Lição nº 5 – Sob a luz da lua

Já dedicou algum tempinho da sua noite pra olhar pra lua durante essa semana? Inspiradora, não?

AI MEU CORASSAUM

AI MEU CORASSAUM

De uns anos pra cá, me tornei a louca dos lobos aficionada pelas histórias de lobisomens. E tenho consumido vorazmente (hã? Hã? xD) as contidas nos livros, séries e filmes.  Essa é uma lenda que abre margem pra inúmeras histórias e é justamente essa versatilidade que me atrai. Não sei precisar direito quando foi que a paixão começou, mas o marco que a fez reacender foi o seriado britânico Being Human e sua maravilhosa transformação do chatíssimo George.

Annie, Mitchell, George e Nina: sdds.

Annie, Mitchell, George e Nina: sdds.

Pra mim, o George virou parâmetro. A maioria do que tinha sido feito antes era ruim (salvo uma exceção antigona que eu vou falar sobre) ou tinha argumento fraco. A transformação dele, mesmo depois de tanto tempo, continua sendo uma das melhores na minha opinião, já que as imagens casam perfeitamente com o texto, tão maravilhoso quanto. Perdi as contas de quantas vezes vi e escrevi a fala do Mitchell (Ah, Aidan Turner… *suspira*) em cadernos, arquivos do Word e afins.

Já que havia virado parâmetro, eu quis mais. E mais eu fui procurar. Vi diversos filmes com a temática, comecei  a baixar músicas que falavam sobre o tema e isso começou a virar fandom, paralelo ao do Arashi. Até que um dia eles se encontraram. GENTE, FOI ORGÁSMICO. EU VI ESTRELAS. Uma ficwriter que eu admiro bastante começou uma história na qual o Sho, meu ichiban (ichiban = primeiro, favorito), era um lobisomem.

3, 2, 1...

3, 2, 1…

*BOOM*

*BOOM*

Ali eu vi que não tinha mais volta. E pior, eu precisava daquele personagem. Cheguei até a pedir emprestado. Comecei a escrever contos sobre o assunto enquanto dobrava as buscas por coisas. Foi quando redescobri, entre inúmeros outros filmes, Um Lobisomem Americano em Londres que, pros anos 1980, tinha uma transformação maravilinda. Tornou-se, definitivamente, meu filme favorito sobre o assunto, apesar de eu não curtir muito o final. #chatiada

David, seu lindo! <3

David, seu lindo! ❤

Com a indicação de uma amiga, comecei a buscar os licantropos na literatura. E o livro que me cedeu muitas das características que eu costumo usar nas minhas histórias é da Série Alfa e Ômega: Lobos não Choram, da Patrícia Briggs. Charles Cornick, o protagonista, além de entrar pro rol dos meus lobisomens favoritos, na minha humilde opinião, é a cara do Jason Momoa, que vai interpretar um lobisomem(!!) no filme Wolves. ❤

Não, ainda não é o Charles... ;-;

Não, ainda não é o Charles… ;-;

Tempos depois, mais um entrou pro hall dos meus lobisomens favoritos: Peter Rumancek, o cigano salafrário de Hemlock Grove, que também me conquistou pela transformação encantadora e sanguinolenta. Tão cheia de sangue, dor e vísceras quanto essa aqui. A série do Netflix tem origem em um livro e eu devorei os dois avidamente (#trocadalhodocarilho), de tão bons que eles são.

Imaginar uma pessoa transformando-se em um animal é uma ideia maluca, admito, mas também é interessante, justamente por não ter muita padronização. Cada licantropo (inclusive os aqui mencionados) lida com essa condição do seu próprio jeito: uns já aceitaram, outros rejeitaram, uns poucos já nasceram assim e não se veem sendo apenas homens.  Apesar da lua, lobisomens também se transformam ou voluntariamente ou por excesso de emoções/sentimentos negativos, como raiva e frustrações, para citar alguns. Uns realmente se tornam enormes lobos, outros ficam no meio-termo e ainda há aqueles, dos filmes de baixo orçamento, que são apenas pessoas muito peludas (HUE). Depende da imaginação (e grana, óbvio) de autores e diretores. Outro aspecto que é muito legal e norteia boas histórias é que ocorre uma grande falha de comunicação entre lobos e humanos justamente no período em que eles estão virados no lobo, afinal, lobos apenas rosnam, grunhem e uivam (DUH! Capitã Óbvia)! Esse é um mundo enorme que pode ser explorado de todas as formas. Tanto que, no hall dos meus lobos favoritos (que inclui o Aidan Turner por causa do bendito filme de Cidade dos Ossos), eu tenho dois: um que criei a partir daquele emprestado da ficwriter e outro (,que me encontrou e me encantou), com o qual escrevo contos. QUE SÃO MEUS, SÓ MEUS.<3

RAWR.

RAWR.

A única coisa que eu espero mesmo (tirando a vontade de mais livros, mais séries e mais coisas sobre lobisomens) é que isso ainda continue me divertindo e encantando bastante, para que eu possa continuar exercitando minha escrita e minha imaginação.

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