Lição nº 5 – Sob a luz da lua

Já dedicou algum tempinho da sua noite pra olhar pra lua durante essa semana? Inspiradora, não?

AI MEU CORASSAUM

AI MEU CORASSAUM

De uns anos pra cá, me tornei a louca dos lobos aficionada pelas histórias de lobisomens. E tenho consumido vorazmente (hã? Hã? xD) as contidas nos livros, séries e filmes.  Essa é uma lenda que abre margem pra inúmeras histórias e é justamente essa versatilidade que me atrai. Não sei precisar direito quando foi que a paixão começou, mas o marco que a fez reacender foi o seriado britânico Being Human e sua maravilhosa transformação do chatíssimo George.

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Lição nº 2 – Pode riscar

Há muito tempo eu vi na tevê uma entrevista em que uma atriz dizia que ela anotava suas impressões nos livros. Enquanto ela afirmava que isso os tornava mais vivos, eu torcia o nariz para essa prática. Por que isso? Para que isso? RASURA! HERESIA! Não, pera. O máximo que eu fazia era carimbar meus livros com meu nome (SIM, EU TENHO UM CARIMBO. <3) 

Não que eu nunca misturasse tinta esferográfica com letras impressas em um papel qualquer, mas o máximo de ousadia que eu tinha era riscar, marcar e anotar tudo em fotocópias (falando nisso, aquele espaço entre a diagramação e encadernação, que fica no meio da folha, não pode servir pra mais nada a não ser anotações. <3), principalmente em livros que a gente usa como referencial teórico para os temidos trabalhos de conclusão de curso.  A ideia do fichamento, pra mim, nunca colou (e olha que eu tentei, juro! Na verdade, ainda tento!).  E aí, quando você não encontra o livro em biblioteca alguma ou não pode xerocar? Mas precisa do livro pra fazer o trabalho mesmo assim? Você compra!

Não tinha jeito... ¯\_(ツ)_/¯

Não tinha jeito… ¯\_(ツ)_/¯

E foi o que aconteceu comigo. Busquei por todos os lugares o livro “Cultura da Convergência”, do Henry Jenkins. Tive que comprá-lo, por ser a linha mestra do meu TCC. Justamente por isso, tudo o que estava escrito nele era uma potencial citação. Não dava pra sair anotando tudo. Escrever no livro recém aberto, cheirando a novinho e todo branquinho era a única solução. Abri a caneta marca-texto e.. hesitei.  Mas não houve escolha. Foi o festival das frases cor de rosa, setas e chaves feitas à lápis e muitos Post-Its. Não foi tão ruim assim… =) Depois dele, fiz o mesmo com o livro Japop, de Cristiane Sato.

Coloridinhos, mas me ajudam bastante!

Coloridinhos, mas me ajudam bastante!

Depois de ter feito aquilo com um livro teórico, com os de ficção foi um pulo. Mas sem marcar, claro. Os festivais de grafite com Post-It continuam, seja para refutar algum fato absurdo, furos na trama, conceitos que eu adoro, boas descrições, ou mesmo se a tirada for boa demais. Ás vezes compartilho algumas anotações no Facebook, mostrando pontos bons e/ou ruins de uma publicação.

Essa não ~foi pro feisse~. ;)

Essa não ~foi pro feisse~. 😉

Assim, descobri que escrever nos livros (QUE SÃO NOSSOS) é muito bom. Não que eu tenha deixado de tentar os fichamentos, mas os apontamentos no livro ajuda a organizar ideias, favorece a organização da resenha e representa uma conversa sua com autor e personagens. Valeu muito a pena vencer o medo da rasura.

PS: Sem pânico, por favor. Só carimbo os livros depois que os leio. E gosto.

Ps2: Meus livros carimbados/anotados eu sempre empresto. Só me devolva, PFV. =)